sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
AUTO-RETRATO
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Programa de Governo do PV
domingo, 6 de junho de 2010
Re: [AA_Acre] notícias de Cruzeiro do Sul
Aqui em Cruzeiro do Sul só permanece em greve o Pablo, que tem feito muitas ações de educação ambiental através da ONG AMAJ, da qual ele faz parte.
Um fato importante é que o Pablo foi exonerado da Chefia do Praque Nacional porque não aceitou receber e abrir o Parque à visita insistente do Globo Repórter (até que a greve acabasse), que insisitiu muito e mobilizou desde a presidência do ICMBio até o governo do estado...
É muito difícil gerir uma UC Federal sem uma íntima relação com as instâncias superiores, algo que nunca consegui (ou me disponibilizei a) construir ao longo destes 7 anos, seja pelas constantes alternâncias nos nomes e posições, seja por um relativo abandono a que estamos sujeitos nas pontas e a nossa relativa autonomia enquanto "Unidade ARPA", seja pelas minhas predisposições íntimas. Minha nomeação fora circunstancial, eu era o único AA no PARNA à época, após um longo período de 2 anos sem chefia legalmente constituída.
Bem, foram 12 meses de preparação para uma gestão supostamente abortada, mas espero que os processos em curso não sejam completamente interrompidos, pois, apesar de estarem intimamente impregnados da minha visão pessoal de gestão, foram construídos coletivamente, com o Conselho Consultivo e o atual chefe.
Dizem que Deus ("a Inteligência Suprema do Universo") escreve certo por linhas tortas, e acredito fielmente nisso: ganho pessoalmente com um afrouxamento de minhas responsabilidades, direcionando meus esforços profissionais para aquilo que realmente gosto e sei fazer: mobilização, Educação Ambiental Ampla, gestão social, disponibilidade de apoiar outras UC, ; ganho mais tempo para meus "servicinhos por fora", como as atividades junto à AMAJ (confiram em amajurua.blogspot.com) e ganho, sobretudo, mais tempo para estar com a família; ganha o PNSD por ter na chefia alguém mais alinhado e com melhor capacidade de diálogo com as instância superiores, maior dispnibilidade de tempo para a tarefa, com uma psicoesfera apta a construir um entendimento mais amplo do que significa gerir um Parque Nacional (minha experiência socioambiental com RESEX me torna tendencioso a alguns posicionamentos mais liberais e otimistas, diante da nossa realidade), e talvez a nomeação prolongue a permanência do Paulo por estas paragens tão belas e incompreendidas.
Enfim, "rei morto, rei posto. Viva o rei!" Que com isso, ganhe o Parque Nacional da Serra do Divisor, ganhe o Instituto Chico Mendes, ganhe a Conservação da Biodiversidade, nosso objetivo último.
FIRMES ATÉ O FINAL!
Já não sei mais que ganhos objetivos teremos com esta greve, mas, certamente, nosso espírito sairá fortalecido.
Atenciosamente,
Pablo de Avila Saldo
Eng. de Computação - Analista Ambiental
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Cruzeiro do Sul - Acre - Brasil
skype: pablo.saldo
Telefone: 68 3322 3380
Fone/Fax: 68 3322 1291
Celular: 68 9975 3591
http://pablosando.blogspot.com
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"Infeliz a instrução que não se converte em moralidade e em piedade."
Comenius (1592 - 1670)
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Re: [AA_Acre] RE: Curso de Formação dos novos analistas do ICMBio em plena greve!
Porque "ninguém" fica na Amazônia? Talvez por que não "Amam a Zona", aproveitando as diferentes interpretações do infeliz trocadilho.
Mas o fato é que somos seres humanos (sério?! Jura?!), temos lá nossos hábitos. A imensa maioria dos AA vêm do Sul-Sudeste, sentem falta da família, de boas atividades culturais, do tradicional arroz com feijão ou do McDonalds. Este é um fato e, no meu entendimento, o principal fator do êxodo Amazônico.
Outro fator é, claro, a falta de boas estrutras de trabalho, o que às vezes pode ser muito questionável, pois temos algumas boas oportunidades amazônicas para aqueles que pretendem fazer gestão ambiental de fato. RESEX Cazumbá e PARNA Divisor são duas aqui no Acre, com excelentes condições de trabalho, afora, justamente, a carência de pessoal.
Por isso a importância do adicional de interiorização, que é uma primeira tentativa de minimizar estes efeitos. No meu entendimento, dado o crescimento exponencial da presença do Estado Brasileiro na região, é pertinente a formação de um GT amplo, com representantes do MJ, MDA, MMA, MDefesa, etc. Rotatividade regulamentada e benefícios trabalhistas reais, alá Forças Armadas, são muito melhores do que "míseros" R$590,00 a mais no bolso.
Outro facilitador do êxodo é o apetite de Brasília e de outras instâncias de coordenação, natural numa estrutura que se verticaliza cada vez mais, sobretudo com o fortalecimento do SISNAMA e o decorrente retraimento do Ibama para as SUPES e ESREGS considerados estratégicos. O ICMBio ainda está compondo sua equipe de coordenação com editais de seleção, e tem usado de algumas estratégias que não provocam o êxodo direto, como no caso da constituição das equipes de Arquitetura e TI, ainda em curso, o que, no meu entendimento, pode vir a prejudicar sobremaneira a gestão das UC com os frequentes deslocamentos de pessoal.
Vejam o meu caso: Sou engenheiro de computação, adoraria contribuir com soluções de TI para o ICMBio, mas não "tenho coragem" de me oferecer, devido ao déficit de pessoal do PARNA Serra do Divisor. Sou um dos 4/30 restantes no AC desde 2002, por opção, pois oportunidades não faltaram para estar em Manaus, Belém, Rio Branco, Brasília. Se não o fiz, é porque amo não apenas o que faço profissionalmente, mas o ser humano que me tornei nestas "paragens inóspitas", e sobretudo, os outros seres com os quais me deparo e compartilho esta maravilhosa experiência de "ser diferente". Mas, se não houvesse erva mate por aqui, talvez eu já tivesse aceitado uma das propostas de transferência.
A questão é: com ou sem condições de trabalho, com ou sem cinema e teatro, com ou sem a família original, sempre procuraremos um local em que nossa consciência se tranquilize, e os posicionamentos acontecem individualmente. Minimizar os inospitabilidades é fundamental, mas não será isso que motivará a fixação dos servidores públicos na Amazônia. Acredito que a política da região deveria, inclusive ser a da rotatividade instituida em nível federal, permitindo que aqueles que apresentassem disposição aqui permanecessem. Sabe-se lá quantos colegas no RJ, SP, ou RS estão ávidos por uma experiência Amazônica, mas não o fazem por medo de aqui "ficarem presos"? Sabe-se lá quantos destes não acabariam por permanecer na Floresta, pelos mais variados motivos?
Outra observação: Todos (ou quase todos) ansiamos por estabilidade financeira, o que faz da carreira pública um grande atrativo, e estamos certos em buscá-la, com ou sem amor à causa, seja ambiental, pela reforma agrária, combate ao crime ou defesa da nação. "Paixão" não está elencada nas habilidades necessárias para o desempenho da função, e muitas vezes até a prejudica. Compromisso e responsabilidade estão lá, na 8112.
Voltando à questão do curso dos AA do ICMBio, já me posicionaei anteriormente e convido a todos os novos AA a solicitarem o término da greve para a realização do mesmo, e espero que o comando de greve dialogue incisivamente com os novos colegas e com a direção do ICMBio a respeito disso.
Paz e Bem a tod@s, e determinação ATÉ A VITÓRIA!
Em 14 de maio de 2010 14:37, Marco Antonio de Freitas <philodryas@hotmail.com> escreveu:
Olah, tenho lido muitas coisas aqui e me pergunto? pq ninguem fica na Amazonia? algumas respostas me aparecem na mente: 1 uma galera soh faz o concurso pq quer estabilidade financeira que o cargo proporciona sem nenhum amor a profissao, e atira em todos os concursos que aparecem ateh acertar algum, quando vem parar na Amazonia se desesperam e fogem...2 infelizmente uma boa parte dos que entram sao profissionais de outras areas que nao seja a ambiental (biologo, agronomo, geografo, geologo, florestal, veterinario e etc) sem querer ofender, mas pergunto? serah que eu como geografo posso fazer um concurso na area do judiciario para delegado? juiz? ou promotor? ou entao na area medica? como medico, enfermeiro e etc? acho que o meio ambiente eh de fato tratado ainda como esculaxo! apesar de ser a coisa mais importante da humanidade!!! me descupem o tom da palavra, e por isso qualquer profissional que nao tenha amor DE FATO pela profissao entre como A.A e desmotivado pela pouca estrutura que temos acabam indo embora...nao quero aqui que os profissinais que nao sao da area ambiental se sintam ofendidos pq muito que "nao da area ambiental" sao bem mais eficientes do que muitos "profissionais da area ambiental", mas eh um ponto para refletirmos bem estas questoes...3 acho que a luta que estamos travando eh muito valida, estou colaborando como posso, mas falta sim paixao pelo MATO!!!! eu posso sentir isso no tom da conversa informal que tenho com muitos A.A e eu fiz o concurso por gostar do trabalho e jah sabia o que ia enfrentar e enfrento, embora ainda como novato ainda nao pude sentir as dificuldades de quem esta no mato longe das capitais como A.A, mas como geografo jah enfrentei muitas dificuldades, mas queria reiterar que independentemente do curso, da greve ou nao, temos em primeiro lugar que pensar na profissao que escolhemos, na paixao pelas coisas da terra, aih sim partir para outras coisas... sinto muito a falta de paixao por muitos A.A na vontade de fazer algo e verdade...
Abracos.
MSc.Marco Antonio de Freitas CREA-BA 64527.
Geógrafo licenciado e bacharel, Especialista em Gestão Ambiental e Mestre em Zoologia.Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1369549216123587
Cruzeiro do Sul - Acre - Brasil
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Comenius (1592 - 1670)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Fwd: Um Congresso em nível do Espiritismo
Sandra e eu estivemos lá, e pudemos comprovar o que Alamar cita e muito mais. Um evento memorável, uma oportunidade única, e uma grande responsabilidade em divulgar os ensinos coletados por aquiles que lá estiveram.
Importante notar a importância de Chico Xavier dentro de Espirismo Brasileiro e mundial, sua adequação completa e também complementar aos postulados codificados por Kardec e, sobretudo, o modelo de vida a ser compreendido e assimilado. Tudo isso - e muito mais - se fez presente no conjunto das apresentações feitas durante o congresso. Tenho certeza que o conjunto dos DVD do congresso será um best-seller. Todo centro espírita deveria adquirir o seu.
Um congresso em nível do Espiritismo A nossa doutrina já merecia um congresso como este
Estive em Brasília, por ocasião do 3º Congresso Espírita Brasileiro e, sinceramente, eu não acreditava que pudesse voltar para casa e escrever, sobre o evento, o que vou escrever aqui. Imaginava que veria um congresso, como outros eventos espíritas que já havia assistido antes, principalmente promovidos pela FEB, sem vida, sem sal, sem tempero, sem alegria e naquele mesmo estilo do espiritismo tipo "to melhor do que mereço", "o silêncio é uma prece" e "muita paz, meu irmão". Pelo contrário: Vi um congresso de muito bom gosto, muito bem produzido, bem elaborado e, com certeza, inspirado por espíritos felizes.
É tanta coisa que eu tenho a dizer, sobre o 3º congresso, que estou até em dificuldade para organizar a disposição das coisas neste email. Sinto-me, ainda, emocionado, mas vou tentar falar sobre os aspectos que, na minha opinião, são mais relevantes. É óbvio que num evento espírita tem que prevalecer um conteúdo coerente com os postulados espíritas, sem a menor necessidade de se recorrer a artifícios espetaculosos a fim de impressionar público, pela necessidade de ter que vender algum produto. Já ouvi, por exemplo, várias vezes, alguns amigos dirigentes de casas espíritas dizerem: "Temos que oferecer o passe, no nosso centro, porque se for só palestra, pouca gente vai". O passe aí fica como um meio de atrair gente para o centro. Há quem ofereça cromoterapia, passes embaixo de pirâmides, desobsessão pelo choque anímico, mediunismo em público e um monte de coisas, para poder encher a casa. É gente que, embora na direção de instituição espírita, não se conscientizou, ainda, que a proposta espírita, por si só, já é algo muito interessante e atraente, sem apelações. A FEB conseguiu manter a coerência com a doutrina, sem praticar qualquer tipo de desvio, sem fazer enxertos, mas fazendo um congresso bonito, alegre, gostoso e atraente, inclusive com a presença de artistas que encantaram o público.
Fiz de tudo para fazer entender que o meu objetivo era fazer com que o grande público chegasse à revista pela capa e ficasse pela doutrina, o que a indisposição para a boa vontade de muitos não quis entender. Os resultados foram os melhores possíveis. Alguns amigos me perguntam, por exemplo: Como é que você consegue se corresponder com quase 200 padres, 40 bispos católicos e mais de 1.200 freiras, falando sobre Espiritismo? Como você conseguiu, até, levar bispos e padres a dar entrevistas em seu programa de TV?
Falávamos sobre a nova encíclica, da época: "Fé e razão", proposta por João Paulo II, e, inclusive, uma matéria escrita pelo padre francês François Brune. De repente e, "por acaso", eles leram conteúdo espírita. Impressionante o que aconteceu, a partir daquele número da revista. Hoje a respeitada FEB trás, finalmente, artistas para um congresso espírita, por coincidência, quase todos eles meus amigos: Os atores Carlos Vereza, Paulo Figueiredo, Othon Bastos, Renato Prieto, a atriz Ana Rosa e sua filha, também atriz, Beatriz Correa, a Biazinha querida, além do Nando Cordel levando a platéia ao delírio, com suas músicas encantadoras, inclusive os seus grandes sucessos da música popular. Até o André Trigueiro, apresentador da Globo News, foi um dos palestrantes que, por sinal, deu um show de conteúdo e apresentação, na sua defesa pela ecologia, à luz da doutrina espírita. Foi aplaudido calorosamente. Depois que foi mostrado o treiller do filme "Nosso Lar", todo o elenco foi chamado ao palco e o meu querido amigo Renato Prieto, aquele bandeirante que vem batalhando há vários anos pela divulgação da doutrina através do teatro, foi ovacionado pelo público, como uma grande estrela hollywoodiana.
Os apresentadores do evento foram impecáveis. O jovem Lincoln foi elegância, comunicação alegre e agradável, bem distante daquele modelo sisudo e desprovido de sorriso de outras edições. Aplausos de pé aconteciam com todos os palestrantes e com todos os que se apresentavam nos momentos artísticos. Renato Prieto, (foto ao lado direito), como André Luiz do filme "Nosso Lar", que vem aí, foi um dos mais fotografados pelo público. Na foto a esquerda, o apresentador da Globo News, André Trigueiro.
E teve outra coisa: O homem estava previsto ficar lá só por 40 minutos, no máximo, por conta da sua enfermidade, mas se emocionou tanto que ficou até o final, sem sentir nada, e no final falou na tribuna como um ser humano sofrido, emocionado, e não como político, prometendo voltar no domingo, com a esposa, como cidadão comum e não como brasileiro, não fazendo apenas por causa de um desconforto que foi acometido. É o Espiritismo mexendo com o coração das pessoas, pelo que ele é, mostrado de forma bonita.
Na foto ao lado, a equipe da TV CEI, ao lado do up link, que transmitiu ao vivo. Pois é. Uma emissora de televisão, autenticamente espírita, com alta qualidade de imagem e som, transmitiu o evento totalmente, ao vivo, via satélite, para todo o Brasil, cujas imagens, além de chegar às casas das milhares de pessoas que adquiriram receptores e anteninhas parabólicas, foi retransmitido, também por estes receptores, em todas as federações espíritas estaduais, foi retransmitido na TV a cabo de 14 cidades importantes, foi retransmitido pela televisão da LBV, também via satélite e aberta em várias cidades e ainda pela TV Mundo Maior, das casas André Luiz. Tudo isto além de ter mandado, para o mundo inteiro, por Web TV da internet, que foi assistido por alguns outros milhares de pessoas. |
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Chico Xavier: O filme

O filme resgata o Brasil rural, a Minas histórica das casas coloniais, onde a vida transcorre sem grandes assombros. Não é o caso da pequena Pedro Leopoldo e de Uberaba, até hoje impactadas pela passagem de “Cisco Xavier”. A fotografia natural e humana do interior de Minas é belíssima, e se coaduna com toda a beleza humana presente no filme, que gira em torno do lendário Pinga-Fogo, resgatando a história do médium a partir dos questionamentos feitos a ele de suas irreparáveis respostas.
Encerrado o memorável programa, o roteiro ascende à história do “tenente Tomaz”, simbolizando não apenas os inúmeros confortos trazidos através do lápis nas mãos de Chico Xavier, mas também uma história de Amor, Humildade, Perdão e Justiça, de um modo que apenas o nosso Brasil sincrético “Coração do mundo e Pátria do Evangelho” poderia apresentar.
O filme definitivamente emociona e diverte, uma excelente obra da sétima arte brasileira. E, vem aí, “Nosso lar”, em orçamento milionário e efeitos especiais “do outro mundo”. Por fim, o respeito quase religioso na sala do Terraço’s Shopping ainda me pareceu um prenúncio do Congresso Espírita que inicia amanhã aqui em Brasília, em meio às comemorações dos 50 anos de nossa capital Federal. Haja coração para as fortes emoções que nos aguardam.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Páscoa na Serra
sábado, 20 de março de 2010
enquanto isso
Nóis na tira...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Um novo passo em falso
Como nada muda da noite para o dia, o guerreiro dá um novo passo em falso e mergulha mais uma vez no abismo. Os fantasmas o provocam, a solidão o atormenta. Como agora tem mais consciência de seus atos, não pensava que isso fosse tornar a acontecer.
Mas aconteceu. Envolto pela escuridão, ele se comunica com seu mestre.
“Mestre, caí de novo no abismo”, diz. “As águas são fundas e escuras”
“Lembra-te de uma coisa”, responde o mestre. “O que afoga não é o mergulho, mas o fato de permanecer debaixo d´água”.
E o guerreiro usa o resto de suas forças para sair da situação em que se encontra."
O verdadeiro respeito
Durante a evangelização no Japão, um missionário foi preso por samurais.
-Se quiser continuar vivo, amanhã terá que pisar a imagem de Cristo, diante de todos – disseram os guerreiros.
O missionário foi dormir, sem nenhuma dúvida no coração: jamais cometeria tal sacrilégio, e estava preparado para o martírio.
Acordou no meio da noite, e ao levantar-se da cama, tropeçou num homem que dormia no chão. Quase caiu para trás: era Jesus Cristo em pessoa!
-Agora que já pisou em mim, vá lá fora e pise na minha imagem – disse Jesus. -Porque lutar por uma ideia é muito mais importante que a vaidade de um sacrifício."
domingo, 10 de janeiro de 2010
Meu níver...
31 parabéns virtuais, alguns simples (mas de coração), aqueles scraps animados que viraram um clássico no Orkut, e dois vídeos do youtube que me tocaram profundamente. Uma imagem vale mais que mil palavras. Quando é animada (em diversos sentidos), e vem carregada de sentimentos, falam tudo, e mais um pouco.
Gente de todo o Brasil, velhos e novos amigos, familiares, e gente que tô vivendo de saudade. que 2010 nos permita um reencontro, Assim Seja!
Obrigado a todos aqueles que lembraram deste gaúcho desgarrado...
Amo vocês.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Consumo consciente
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Avião desaparecido na Amazônia
Esse avião que desapareceu entre Cruzeiro do Sul e Tabatinga, eu não tava nele não, podem ficar tranquilos...
referente a:"Avião da FAB desaparece na Amazônia
Aeronave partiu de Cruzeiro do Sul (AC) com destino a Tabatinga (AM).FAB não informou o número de pessoas a bordo.
Um avião Cessna C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB)
desapareceu na região da Amazônia, na manhã desta quinta-feira
(29). Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a
aeronave partiu de Cruzeiro do Sul (AC) com destino a Tabatinga (AM)."
- G1 > Brasil - NOTÍCIAS - Avião da FAB desaparece na Amazônia (ver no Google Sidewiki)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Sobre Comenius, piedade, moralidade, instrução e filosofias orientais
Realmente Comenius era cristão, protestante, talvez um pouco herético, se analisarmos às suas concepções, as quais o transformaram, de certa forma, no pai da Pedagogia, o amor tornado ciência social. O incluo na assinatura de meus emails por ter influenciado Pestalozzi, que influenciou Allan Kardec, que codificou a "doutrina dos Espíritos", à qual eu me filio atualmente.
Mas, voltemos ao Cristianismo: será ele a moralidade mais fajuta que a espécie já conheceu, ou ainda não conhecemos o "cristianismo" realmente? Com certeza sabemos o que foi feito dos ensinos que Jesus trouxe a este mundo, sobretudo ao ocidente: somos reflexo disso. De fato, estes ensinos são de sobremaneira semelhantes às filosofias orientais que tu citas, das quais também sorvo algum ensinamento, tentando, por exemplo, ser fluido como a água, algo que aprendi no Tao Te Ching, assim como lá aprendi que Deus NUNCA nos será plenamente compreensível, pois é algo que vai além da compreensão. Mas de alguma forma devemos refinar esta nossa incompreensão para até onde nos for possível, naquilo que o Espiritismo vem chamar desenvolvimento da Intuição.
Estes ensinos são semelhantes porque guardam ligação com uma verdade essencial, são emanações desta verdade, a qual chamamos Deus, Tao, Chi. Eis o verdadeiro monoteísmo, e muitos poucos de nós nos apercebemos dele.
Admiro Jesus sobretudo pelo modelo de vida que o Evangelho nos apresenta, algo se se reflete (distorcido pelas imperfeições humanas), em Fransciso de Assis e na Teologia da Libertação, por exemplo: a preferência pelos pobres, pelos fracos da Terra, pelos humildes. Ele (o "Filho do Homem") nos dá a prova inequívoca de que Deus (o Tao, o Chi), nos dá tudo aquilo de que realmente necessitamos, assim como provê aos pássaros e aos lírios, e eis a nova definitiva chaga: a falta de fé no porvir, e descrença no poder do Universo, e a crença única e exclusivamente em nós mesmos, geralmente um nós individualista, que não percebe sequer o próximo ao nosso lado e quanto apoio ele pode nos dar. E assim, amadores que somos, tisnamos o quadro maravilhoso pintado por Deus (o Tao, o Chi).
Daí a necessidade de instrução, para melhor nos conhecermos e conhecermos o mundo que nos rodeia, reflexo exterior de um modo particular de ver a vida. Se essa instrução não nos tornar pessoas melhores, mais justas, mais equilibradas, mais harmonizadas com o sopro divino, de que nos servirá? Se este equilíbrio, esta harmonia, não nos torna mais tolerantes, de que nos serviu?
Enfim, o seu questionamento é a essência de tudo que a frase de Comenuis questiona:
Não seria melhor aprender que tipo de moral realmente é moral?
Recomendo uma leitura aprofundada da Didática Magna, principal obra de Comenius, de onde a citação foi retirada.
"Infeliz a instrução que não se converte em moralidade e em piedade."
Comenius (1592 - 1670)
Obrigado amigo, por este momento de reflexão, que compartilho com os amigos do blog pablosando.blogspot.com.
Paz e Bem.
Pablo
2009/10/21 Rodrigo **** <**********@ig.com.br>:
> Caro Pablo,
>
> não posso deixar de comentar sua frase do Comenius. Antes de querer
> transformar toda instrução em moralidade, não seria melhor aprender
> que tipo de moral realmente é moral? Fiquei com a impressão
> ("piedade") que esse Comenius é cristão, e infelizmente o cristianismo
> é talvez a moralidade mais fajuta que a espécie já conheceu. Sugiro a
> vc procurar os trabalhos dos orientais, mais especificamente (não
> necessariamente nesta ordem) o budismo, taoísmo e confucionismo. Dão
> uma lavada nesse mar de superstição e "sujeitos bonzinhos" que ora nos
> assola. <Dei uma olhada na Wikipedia> Por melhor educador que ele
> tenha sido, não tenho dúvidas que o monoteísmo divide os povos.
>
> Abraços,
>
> Rodrigo ****.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A PARÁBOLA DO SEMEADOR
Naquele dia, saindo Jesus de casa, assentou-se à borda do mar. E vieram para ele muita gente, de tal sorte que, entrando em uma barca, se assentou, ficando toda a gente de pé na ribeira; e lhes falou muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis aí que saiu o que semeia a semear. E quando semeava, uma parte das sementes caiu junto da estrada, e vieram às aves do céu, e comeram-na. Outra, porém, caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra, e logo nasceu, porque não tinha altura de terra. Mas saindo o sol se queimou, e porque não tinha raiz, se secou. Outra igualmente caiu sobre os espinhos, e crescendo os espinhos, a afogaram. Outra enfim caiu em boa terra, e dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta. O que tem ouvidos de ouvir, ouça. (Mateus, XIII: 1-9 ).Ouvi, pois, vós outros, a parábola do semeador. Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a entende, vem o mau e arrebata o que se semeou no seu coração; este é o que recebeu a semente junto da estrada. Mas o que recebeu a semente no pedregulho, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com gosto; porém, ele não tem em si raiz, antes é de pouca duração, e quando lhe sobrevêm tribulação e perseguição por amor da palavra, logo se escandaliza. E o que recebeu a semente entre espinhos, este é o que ouve a palavra, porém os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa. E o que recebeu a semente em boa terra, este é o que ouve a palavra e a entende, e dá fruto, e assim um dá cento, e outro sessenta, e outro trinta por um. (Mateus, XIII: 18-23).
Muito já se falou sobre os "solos" (os corações, as almas dos homens) aonde semeia o semeador, e o próprio Jesus assim o fez para esclarecer aos discípulos, conforme solicitação destes (que está no hiato do trecho selecionado aqui). Interessante notar que quem semeia, na transfiguração da parábola, na revelação do seu sentido "oculto", não é quem preparou o "solo", pois cada um é lavrador de si próprio, e tampouco o semeador colhe o fruto do seu trabalho, que fica a cargo do "dono do terreno", que haverá de colher "segundo suas próprias obras", isto é, conforme houvera lavrado a terra. Obviamente, cada semente plantada renderá conforme a qualidade do solo, dentro da ótica da parábola. Muito já foi dito, lido e estudado sobre estes solos de que a Humanidade é formada. Gostaria aqui de trazer a nossa reflexão sobre o semeador e a sua tarefa de semear.
Primeiramente, quem é o semeador? A princípio, poderíamos pensar que Jesus falava dele próprio, e muitas vezes somos levados a este raciocínio, pois ele é o maior de todos os semeadores que este planeta já conheceu, olhemos para nós, para as incontáveis congregações religiosas do planeta, frutos deste semear de Jesus, em solos que ainda precisam, na sua imensa maioria de alguma correção, para que dêem os frutos mais adequados. Entretanto, a mim parece que o semeador é todo aquele que a isso se propõe, ou seja, é todo aquele que se propõe a pregar a "palavra de Deus", que é a nossa semente em questão. Então, o semeador sou eu neste momento, é você no seu tempo, somos todos nós na nossa prática diária, pois na verdade, saimos todos a semear aos quatro ventos, e nos importa considerar que sementes andamos a carregar na nossa algibeira, e isso me faz lembrar da parábola subsequente deste capítulo de Mateus, a do trigo e do joio, mas esta fica para um outro momento.
Prestemos atenção que o nosso semeador em questão sai a semear e não escolhe terreno: lança suas sementes ao caminho, na terra espinhosa, entre pedras e em bom solo, assim como deve ter semeado às margens dos rios e, quem sabe, até mesmo no oceano. Essa prática pode nos parecer pouco eficaz dentro de uma lógica agrícola terrena, mas aqui não é alimento para o corpo que se busca alcançar, mas o alimento da alma. O semeador planta o futuro, planta a semente da Boa Nova, em que todos nós nos reconheceremos enquantos filhos de Deus, alinhados com o seu pensamento e a sua harmonia, que reina na Creação.
Se a semente encontra um bom solo, ela germina e dará frutos, conforme a vitalidade do solo. Mas também, conforme a qualidade da semente. Não é assim na nossa agricultura, procuramos as melhores e mais produtivas sementes? Pois bem, voltamos à questão das sementes que carregamos conosco. Daí a importância do estudo e da prática evangélica, da boa moral, da ética a que cada um deve se dedicar em conhecer e vivenciar, pois a semeadura é livre, mas inevitável, e a colheita será obrigatória. E os frutos da nossa plantação? Haverão de ser semeados em outras terras, outros solos, infinitamente e por todos nós.
Voltemos àquelas sementes que não germinaram. Fosse na lógica agrícola terrestre, abandonaríamos os solos improdutivos e buscaríamos os solos mais adaptados, e muitas vezes é assim que fazemos. "Não é assim que agem os publicanos?" Nos perguntaria Jesus . É preciso recuperar os solos alterados, as áreas degradas, porque todo solo guarda em si o potencial da grande colheita: ele começa dando 10 por 1, e vai ampliando a sua produtividade! Como é que isso acontece? É que parte da produção derrama-se sobre o próprio solo, nutrindo-o, fortalecendo-o. E mesmo aquele solo duro, espinhoso ou pedreguento, de semente em semente vai se tornando apto a receber a derradeira semente, porque os semeadores estão aí, incessantemente, nos dois planos da vida. Um dia, essa semente há de brotar e frutificar, e que dia maravilhoso, pra quem planta e, principalmente, pra quem vai colher...
É pode vir o vento, a enxurrada, que a riqueza do solo nutrido da "Palavra de Deus", da Boa Nova, do Evangelho não se vai com as itempéries. A traça não roi e a ferrugem não desgasta, pois são os tesouros do Céu, guardados na arca dos nossos corações, na imagem de uma pequena semente, de onde pode nascer uma castanheira, uma samaúma, mas também pode nascer o joio, se não tivermos cuidado de procurar saber de quê é esta semente.
Então, meus irmãos, lavremos o próprio solo, nos preparando para receber a semente, e saiamos a semear por aí, indiscriminadamente. Vamos trazer a reflexão de hoje para este nosso momento: Será que as sementes que eu carrego comigo são de boa qualidade? Será que eu não posso trabalhar o melhoramento, a produtividade da minha semente? Com certeza que sim! E o solo de cada um aqui, será que está nas melhores condições? Com certeza que não! Porque sempre poderemos ser melhores do que somos.
Que a Paz e o Amor de Deus estejam sempre presentes em nossas vidas!
(Reflexões para uma palestra no Centro Espírita Allan Kardec)
sábado, 17 de outubro de 2009
3º Congresso Espírita Brasileiro: Eu Vou!

E a Sandra também. Assim seja!
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Acho que desta vez a FEB fez Kardec sorrir, e Jesus também.
Desde quando eu lancei a revolucionária revista "Visão Espírita", em abril de 1998, venho defendendo a idéia de que devemos falar sobre o Espiritismo para o grande público e se fazia necessário que colocássemos, nas capas das revistas, as imagens dos ídolos do público. Coloquei a Xuxa, Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel, atores de novelas da Globo, o Papa, o padre Marcelo, etc..., o que foi entendido, por algumas lideranças, como uma espécie de "Caras" espírita, motivo de muita reprovação e até proibição de circular em algumas instituições.
A revista que trouxe o Papa, na capa, por exemplo, teve uma vendagem enorme e fez com que muitos padres e bispos a comprassem, por curiosidade, porque muita gente queria saber que diabo o papa estava fazendo na capa de uma revista espírita.
Divaldo Franco altamente inspirado, José Raul Teixeira também, Alberto Almeida também... todos os expositores contagiados pela alegria de um Congresso que teve como tema a homenagem aos cem anos de nascimento do venerável Chico Xavier. Até o Eurípedes Higino, filho adotivo do Chico, estava lá, ficou o evento inteiro, aceitando os abraços das pessoas para tirar fotografias. O Chico e o Juscelino Kubitscheck mandaram lindas mensagens, através da psicografia notável do Wagner, lá de Belo Horizonte.
Recepção de primeira, ambiente confortável, muito bem escolhido, Rede Globo lá dentro, fazendo entrevistas e até o Vice-Presidente da República, acompanhado por dois ministros e os "Dragões da Independência", presentes ao evento. Gente, onde já se viu vice-presidente da república ir a evento espírita, ainda mais acompanhado pelos dragões da independência?
Parece sonho isto, não é?