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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Eu, lor e cardgames (pq twitLonger acho cringe)

 Recentemente ganhei um "regalo" da riot games br, através de uma personalidade da comunidade que prefere ficar no anonimato (#tmj), e ganhei o tão cobiçado cardback "do soquinho"! 💕 

 cardback "exclusivo" que ganhei da riot

O inusitado presente me fez refletir na minha trajetória em Legends of Runeterra e nos cardgames em geral. 

Comecei "nessa vida" quando do lançamento de Magic the Gathering no Brasil. Fui verificar datas, dizem ter acontecido em 1995, dois anos após o lançamento nos EUA, Eu teria19 anos (nasci em 1976). Na minha memória eu era mais jovem, por volta dos 16, achei que tinha sido até antes disso, mas parece contrariar os fatos.  Provavelmente fossem cartas importadas, lembro que elas eram em inglês, e isso já constrangia muito o tamanho da comunidade, mas nos encontrávamos na loja (esqueci o nome), que ficava numa galeria do calçadão da Andrade Neves, em Pelotas. Boa parte da minha farta mesada era investida nos famigerados boosters, que nos atolavam de cartas repetidas, a gente se virava com as cartas que tinha, pegava carta emprestada pra jogar torneios, uma nerdice sem tamanho 😁.

A puberdade amadureceu, e abandonei as cartinhas para me dedicar a coisas "mais adultas", tipo gurias e embriaguez 👀. Ficou pra trás, nem lembro o que fiz das cartas, talvez tenha dado pro Diego, meu irmão 9 anos mais novo. Enfim, minhas memórias antigas são um tanto o quanto nebulosas e, provavelmente, distorcidas...


Foi apenas em 2017 que retornei ao mundo fantástico dos cardgames. Pesquisando por algum "joguinho" mobile pro meu "novíssimo" Moto G5 (que ainda funciona), vi uma versão cardgame de um jogo que eu curtia muito no PC, instalei e me (re)apaixonei: o jogo era muito rápido, divertido, colorido, e os heróis misturando 2 regiões permitiam múltiplas combinações, eu passava horas jogando e assistindo as lives do Fry Em Up, que me iniciou no mundo fantástico da Twitch e ainda hoje faz lives diárias de PvZ Heroes.

Em 2018 o jogo parou de receber manutenção e atualizações, algumas missões se tornaram inexequíveis, o que me frustrou e me fez procurar alternativas. Testei HeartStone, que era inspirado em Warcraft (outro jogo do meu apreço), mas o visual e a dublagem me pareceu um tanto o quanto infantil, e tinha uma economia que me pareceu meio predatória. Nessa busca encontrei ShadowVerse, o qual gostei DEMAIS (pelas  artes belíssimas 😈, um modo história muito divertido e uns formatos pvp bem bacanas, inclusive com torneios ingame), apesar da dificuldade de um jogador iniciante e f2p em obter e craftar as cartas, e ter várias opções de decks (o sonho de todo cardgamer).

Enquanto eu me divertia com SV, um pessoal nos grupos do Facebook enviava, no paralelo, notícias de um novo cardgame que estava ainda em beta fechado, inspirado nos campeões de League of Legends, jogo que eu até tentei jogar um bocadinho, mas moba era uma coisa nova pra mim, e até hoje me atrapalho em transformar pressionar de teclas em ações em tempo real. Mas eu sabia que era coisa "quente", pois a riot games era uma das mais top desenvolvedoras de jogos eletrônicos, com campeonatos milionários, personagens carismáticos, coisa e tals.

Quando em abril de 2020 - a pandemia  estava borbulhando e o lockdown assombrava nossas vidas -  Legends of Runeterra foi lançado, corri para instalar, e o jogo, meu deus, era tudo de bom: vc ganhava muitas cartas e muitas essências podendo escolher as cartas que queria craftar pra completar seus deck e poder jogar com o meta (outro goal de todo cardgamer). Enfim: entrei de cabeça na parada, comecei a  jogar e organizar torneios, acompanhar vários streamers, interagir com a comunidade... até meu twitter eu reativei 😼.

O jogo é simplesmente muito bom:  tem a mistura de regiões que eu acho suuper interessante pro deckbuilding (ao contrário de SV que vc fica preso a arquétipos vinculados e determinados heróis), uma intensa comunidade competitiva fomentada pelo programa de torneios da riot, que nos abastece de moedas, nos permitindo comprar skins, pets, boards, emotes, sem precisar gastar dinheiro (alguns streamers trocavam moedas por pontos de sub nos seus canais também, hoje bem menos). Cheguei a ganhar alguns deles, e fiz também alguns top 4 que me garantiram muitas e muitas moedas que, inclusive, patrocinaram os passes de temporada que comprei. 


meus emblemas da Runescola

meu retrospecto no competitivo:

  • 3º Lugar no Liga Lotus, episódio 5
  • Campeão da 4ª Taça Libertadores de Runeterra
  • Campeão do Liga Lotus, episódio 10
  • 3º Lugar no Runescola Blitz #83
  • 3º Lugar no Runescola Nightfall #47

Rankeada sempre foi um problema pra mim, questão de tempo e paciência, mas ainda consegui alcançar o Mestre em 3 oportunidades, primeiramente de Endure, depois de Jinx Draven e na última oportunidade, Fizz TF , além de  decks acessórios como scouts, Lee Zoe, Lulu Jinx, Azirelia...

Minhas últimas partidas de Legends os Runeterra, e meu histórico rankeado nas temporadas

Em determinado momento da minha trajetóra autobani das minhas lineups campeões como Thresh, LeBlanc, Viego (sucumba!), Veigar, Pyke e mais recentemente, Evelynn, e me foquei em campeões de "espírito elevado", como Lux, Karma, Aphelios, Akshan... just for fun, mas no intuito de "abraçar a luz". foi divertido...

minhas maiores maestrias no Legends of Runeterra

Entretanto, recentemente, Legends of Runeterra se tornou demasiadamente complexo e demorado pro meu gosto, e me vi perdendo partidas em troneio por conta do relógio, demorando pra escolher entre as inúmeras opções ofertadas em tela, sejam feitiços, seguidores ou os mais recentes equipamentos. O grau de imprevisibilidade advindo da complexificação no lor acabou me deixando "bolado", e a mais recente Saga Darkin, e as alterações realizadas nos passes de temporada, me desmotivaram MUITO a seguir jogando, até mesmo o Caminho dos Campeões passou a me parecer muito complexo, com inúmeras missões, as quais eu nunca mais cumpriria na totalidade pq, apesar de me dedicar bastante ao jogo, minha disponibilidade na vida adulta é bem reduzida, comparado com a juventude foco do jogo, que tem "a vida inteira" pra se dedicar a ele. Muito me emociona o nosso bom desempenho nos torneios oficiais e estou torcendo fervorosamente pelo Maykas, um cara show de bola  que jogou num time do qual eu era "coach e capitão", nos primórdios do competitivo e extinta FTX, que quase se classificou pra liga principal da saudosa LBR (mas fomos ultrapassados por uma manobra de bastidores da hoje IMENSA HDR, the best Legends of Runeterra team on Earth).

No paralelo, lançaram Marvel Snap, joguinho rápido de cartas (dá pra jogar duas partidas durante uma cagada 😁💩) com os super conhecidos super heróis - e vilões - da Marvel, o qual eu tive oportunidade de jogar desde o beta, baixando o apk diretamente no tablet (que delícia é uma tela de 8 polegadas, cara). São 3 localizações em tela (me lembra pvz heroes), e o seu objetivo é vencer em pelo menos duas, ou empatar em uma e ter a maior soma de poder global, podendo ainda "trucar e retrucar" (o tal do snap), pra aumentar a aposta naquela partida, podend ganhar - ou perder - entre 1 e 8 "cubos". Jogo rápido, dinâmico, com um meta que varia constantemente conforme vão mudando localizações (as "lanes") mais presentes ao longo da semana, o lançamento frequente e gradual de novas cartas (vai passas a ser 1 por semana), uma comunidade absurdamente ativa, a estratégia cosmética, a busca por obter as cartas de seu interesse... Enfim um conjunto de características que me cativaram de tal maneira, que abandonei TODOS os outros jogos (além de lor, brinquei bastante no wild rift e no pokemon unite, depois que os moba chegaram ao mobile e passaram os botões do teclado pras telas), pra me dedicar a este em particular, o que resultou em ter alcançado o rank Infinito (o mais alto) na mais recente temporada Guerreiros de Wakanda (FOREVER!!!), o que me deu um cardback belíssimo das Dora Milage, das premiações mais estimadas que eu já recebi na minha trajetória competitiva. Vários pequenos detalhes (como títulos, avatares, skins chamadas de variantes). Fui pego no scam, ViktorKav 😁, tô pagando passe todo mês...


cardback das Dora Milage no Marvel Snap

O jogo ainda está em desenvolvimento, falta muita coisa, mas já estão prometidos o modo não rankeado, a lista de amigos, formação de guildas... Espero que lancem algum competitivo extra rank, mas até agora não falaram disso, talvez ele fique só no casual mesmo, mas sei que o pessoal tá só esperando o modo de desafiar amigos pra poder organizar torneios da comunidade.

Enfim (e nunca é o fim, percebebeu? 😎) esse conversê todo pra dizer que me considero afastado em definitivo do competitivo amador de Legends Runeterra, sem abandonar em definitivo nossa linda comunidade. Ainda acompanho vários streamers de meu apreço, assisto vários torneios da comunidade (fico me devendo um primeiro lugar num torneio da Runescola, Dudu de Nunu não deixa 😊💕) e torcerei fervorosamente pelo Brasil (aka Maykas) no mundial que inicia... amanhã? Assim como no lol e no agora ameaçado de extinção competitivo de wild rift, passo a me considerar mero expectador, por ora.

Um dos meus lemas é "nunca diga nunca". Talvez eu retorne num futuro hoje improvável, pelos fatores que enunciei lá em cima. Mas, como junto com o cardback do tamo junto a riot me mandou umas moedas - acho que que foram 3k - é possível que eu volte antes do esperado, se lançarem um passe que me atraia, ou algo que me estimule a gastá-las e retornar aos "campos de Runeterra", esse mundo fantástica que anima tantos corações e mentes.


recursos que eu tenho disponíveis no lor

Namastê! See you around...

sábado, 14 de janeiro de 2012

Programação da TV no Android

Recentemente adquirimos um AZBox Bravoo+ HD, que liberou cerca de 150 canais de TV via satélite. Não é fácil administrar tantas possibilidades, daí fui procurar soluções Android para aproveitar melhor o potencial de tão vasta programação. Encontrei alguns aplicativos e páginas, aqui vai uma análise do conjunto de opções...

Hryun Guia TV
Bom aplicativo, extensa lista de canais, permite selecionar um conjunto de favoritos, verificar a programação dos próximos dias em cada canal isoladamente, tem alarme para os horários escolhidos. A ferramenta de busca permite vasculhar a programação dos próximos dias. Mostra a lista de programas no momento, mas geralmente também queremos saber o que vai passar, né? A tela não rotaciona, o que gera algum desconforto, principalmente em tablets. No meu Xoom, vez em quando dá uns forced close na hora de marcar um alarme.




Guia TV BR 
Em versão gratuita e paga (módicos R$2,31 para eliminar as propagandas e estimular o programador), foi o aplicativo com o qual mais me identifiquei: além das funcionalidades presentes no Hryun Guia TV (canais favoritos, alarmes), apresenta as próximas 3 atrações de cada canal, os filmes apresentam links do IMDb e uma sinopse, há uma aba com os destaques da semana (os melhores filmes da próxima semana em várias categorias), é possível compartilhar a programação nas redes sociais, possui filtro por categorias e por provedor (operadora), quando disponível, os horários  e canais alternativos da atração são indicados. Infelizmente ainda não busca as atrações na programação, e é principalmente por isso que eu mantenho o Hryun instalado.


Outros aplicativos
A Sky tem seu próprio aplicativo, também muito bom, restrito aos canais da operadora, mas muito completo (permite comprar atrações e muito mais). O compartilhamento foi o melhor que eu encontrei, e a programação é apresentada em formato de grade. No meu Xoom ela fica desencaixada dos cabeçalhos, mas ainda assim um bom complemento. Outra opção é o aplicativo Guia Telecine para Tablets, exclusivo dos famosos canais de filme. Fazendo uma última busca para esta postagem, encontrei o Guia de Programação da GVT TV, com um visual super moderno, seleção de favoritos, destaques é um tanto mais.
Um complemento interessante é o aplicativo da IMDb, que permite obter maiores informações sobre filmes, séries, atores, diretores, etc.
Como o ambiente Android é muito dinâmico, vale a pena acompanhar o desenvolvimento desses aplicativos, que atualizam-se constantemente. O aplicativo mediano de hoje pode receber uma grande atualização, e superar os concorrentes.

Outras opções
A programação em formato de grade é a visualização que me parece mais natural. Nenhum dos aplicativos Android que tenho utilizado a implementam satisfatoriamente, por isso lanço mão de uma alternativa disponível na Grande Rede: A grade de programação da TV do site Hagah. Ele permite escolher a operadora, apresenta uma grade com duas horas de programação, e tem setas de navegação, um excelente sistema de busca, sinopses. Se gerasse alarmes para o Google Agenda, seria matador. O site TVMagazine tem esta opção, mas exige registro, e paga-se cerca de quatro reais por mês pelo serviço (degustação grátis de 15 dias). Como site especializado, possui uma série de atrativos, mas a grade não é tão dinâmica quanto a do Hagah. Esta dá salto de 30 minutos, aquela apenas de duas horas.

PS: está postagem é mais uma tentativa de revitalizar este blog, e foi feito especialmente pros amigos do Apps Android, que estão procurando colaboradores pro blog. Espero que gostem do estilo, e me convidem.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eu no Rio

Estou no Rio de Janeiro,"Capital do melhor e do pior do Brasil". Infelizmente, os 40 graus estão pela metade: faz frio na Cidade Maravilhosa, que nem por isso perde charme ou elegância, apesar de não ser "aquele" Rio esperado por este acreúcho que não pisava estas areias desde 1994, quando aqui estivemos com os futuros colegas da FURG, na melhor viagem (neste plano) desta minha existência, deliciando-nos com o swing de Mick Jagger & Cia na turnê Voodoo Lounge.
Chegamos, vindos de Rio Branco (numa friagem tenebrosa), com conexão em Brasília, abaixo de chuva na noite do dia 3, enquanto o Brasil comemorava o 2° turno e a Tsunami Verde promovida pelo povo brasileiro em reconhecimento ao valor da nossa ilustre Marina da Floresta e do Mundo. Já eram 23:00, e o programa era acompanhar os resultados das eleições. Fui dormir sem saber se haveria 2° turno no Acre e, talvez por isso, ou talvez pela emoção de estar em tão ilustre solo, dormi pouco e um sono leve. Despertei às 6:00, tomei café em fui em busca do mar, uma vez que o hotel em que estamos fica no aterro do Flamengo, há uma quadra da praia, bem próximo de um outro em que fiquei hospedado com a turma da ETFPel numa época que nem lembro a data (alguém em ajude).
O tempo continuava encoberto, mas a cidade já dava sinais de vida após a festa da democracia: seres humanos e caninos paseando pela orla, os garis limpando os resquícios eleitorais, mais algum (pouco) lixo e as flores e folhas nas calçadas.
Reconhecendo o Rio de Janeiro (Pão de açucar ou os taxis amarelos?)
O Cristo: é preciso que ele creça e eu diminua
Me admirei com os pombos à beira-mar, aonde eu espera encontrar, quem sabe, andorinhas ou gaivotas. A água até não estava tão fria, mas o vento e a solitude do momento me desconvidaram ao banho. Talvez amanhã, ou quando o clima estiver mais propício, tenho tempo (viajo na segunda, 11/10):

Fomos para o curso do Funbio, aonde passei ainda mais frio, mas o chimarrão me salvou.
Ao longo do dia recebi comunicações da carioquíssima Virginia Gandres e do riograndino radicado no Rio, Felipe Massia Pereira. Combinamos nos encontrar, e asim vou preenchendo minha agenda, praticamente ao sabor do acaso.
Terminado o longo primeiro dia de curso, voltamos ao hotel, e saímos mais alguns colegas, em busca de alimento. Optei por saciar o espírito, e fui assistir "Nosso Lar", num cinema próximo ao hotel.
Encerrada a sessão, retornei ao hotel, posto estas mal traçadas linhas, e descubro que minha esposa tentou falar comigo via Facebook enquanto eu "perdia meu tempo" com vocês, meus amigos imaginários.

Ah, parabéns ao Tiririca (que você aprenda a escrever urgentemente, e copiando a letra do bilhete forjado) em São Paulo; ao deputado Henrique Afonso, meu candidato eleito; e a "Missionária Antonia Lucia" (que bons ventos a cassem).

Boa noite.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pablo Saldo invited you to Dropbox

Pois é, entrei na onda do DropBox. Tô achando super 10 manter meus arquivos em trabalho acessíveis em qualquer lugar, e ainda poder compartilhar alguns deles. São até 8GB grátis sincronizados "na nuvem".

Te associa a partir desse link que tu e eu ganharemos 250MB adicionais.
Pablo Saldo wants you to use Dropbox to sync and share files online and across computers.

Get started here.

- The Dropbox Team

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fotos georreferenciadas da BR-364

Nestas férias de agosto, fomos curtir o XI Festival do Açaí, em Feijó.
Tiramos várias fotografias na estrada, e montei um roteiro KMZ com elas, utilizando o software PhotoMapper. Foi uma primeira experiência, achei o resultado bem bacana: com os recursos de navegação do Google Earth, dá pra curtir o conjunto das fotos, pausando e clicando nas miniaturas. Confira!

domingo, 1 de agosto de 2010

Geek da Floresta

Bem, sou analista ambiental do Instituto Chico Mendes de conservação da Biodiversidade, trabalho no Parque Nacional da Serra do Divisor, em Cruzeiro do Sul, Acre, coração da Floresta Amazônica. Minha mochila procura compatibilizar o regime de trabalho ao qual estou submetido: períodos no escritório, ou em Rio Branco, Porto Velho ou Brasília;  e períodos na Unidade de Conservação,  em contato com populações tradicionais em comunidades isoladas ou em pequenos municípios .
  
O elemento principal é (1) um Acer Aspire AS1410, 2GB RAM e 250G HD. Tela de 11.6”, processador Intel Celeron, dá conta de planilhas,banco de dados, tem um software de SIG (Sistema de Informações Georreferenciadas)  instalado e permite a exibição de vídeos em tela cheia; que são armazenados, junto com o backup dos arquivos do escritório no (2) HD externo de 250GB com case X-Craft da CoolerMaster, devidamente adesivado (adesivos fluorescentes ;^) para não errar o encaixe do cabo, e acondicionado num estojo “adotado” de um roteador D-Link DWL-G730AP (que ainda não “ganhou a mata”: fica no homeoffice), e que permite o acondicionamento adicional de um hub USB 4 portas. O conjunto se completa com (3) um dvd externo  GP08NU20 da LG, e alguns discos virgens envelopados pra distribuir material pro povo da floresta, nessas paragens onde “Luz para Todos”ou gerador é uma realidade para grande parte dos moradores; e (4) um par de caixas de som SPA5200 USB da Philips. Adicionamos (5) um conjunto de cabos USB, carregadores e adaptadores de energia; além de (6a) uma longa extensão (ainda não achei uma de 3 pinos) pra poder deixar os equipamentos o mais longe do gerador possíve l, ganhar grande mobilidade e amplitude;   e (6b) alguns outros adaptadores: bluetooth,  card reader e áudio RCA (caso apareça uma caixa amplificada).
Uma (7) série de livros sobre biodiversidade e povos e comunidades tradicionias não pode faltar, praquelas horas de estudo na rede ou durante os longos deslocamentos no fundo de uma canoa , além da agenda (presente da ONG parceira), bloco de notas (com o adesivo do meu candidato ;^), lapiseira, caneta e marcador de texto, além de um apontador retrátil/laser. Ah, uma micro-lanterna Maglite, que funciona com uma pilha AAA recarregável que dura muuito tempo, acessório de um kit de sobrevivência Victorinox que não costumo utilizar.
Registrar eventos em áudio e vídeo é uma norma pessoal, então não pode faltar o (8)  Dell AXIM x50v, com várias baterias sobressalentes,  instalado software pra gravação em mp3 NoteM;  além da Canon PowerShot A620, com a qual eu fiz este registro fotográfico.  Um Cartão SD  de 2GB  em cada um garante o armazenamento de muitas fotos e vários vídeos. Com o (9) Nokia 5610 XpressMusic me comunico na cidade e ouço música na floresta, além de jogar City Bloxx e Sims 3. Em casos extremos, vira câmera de foto e vídeo e gravador de áudio. Com a promoção Vivo On e o pacote Vivo Twitando, acesso as redes sociais e recebo e envio emails. Pena o alcance da operadora ser tão restrito, a Oi já chegou nos municípios mais isolados, mas por aqui todo mundo é Vivo.  Fones de ouvido bluetooth pra conectar com o netbook ou celular, além dos fones tradicionais com prendedores nas orelhas, pra garantir hi-fi mesmo ao som de um motor de rabeta ou voadeira.
Todo o trabalho é lançado no  SIG  ou no Google Earth, onde gero mapas descritivos das atividades realizadas, então o (10) GPS é o fiel companheiro, e acabamos de receber uns modelos GPSmap 76CSx da Garmin, colorido, com cartão microSD e uma recepção excelente, registrando as coordenadas até debaixo de mata fechada. Esses brinquedinhos exigem algumas (11) boas pilhas recarregáveis, e um carregador eficiente, com tecla de refresh (descarrega totalmente antes de fazer a recarga).
Na hora do lanche (12) saches com mel, amendoim gigante do Quinari, castanha “do pará” (da amazônia) e uma cocada caseira produzida por uma senhora que passa vendendo semanalmente no escritório. Como bom gaúcho, incremento a carga com a (13) mateira do chimarrão.
Com toda essa parafernália eletrônica e sujeito às chuvas torrenciais da Amazônia, levo sempre um ou mais (14) sacos plásticos, (15) toalha super-absorvente Dry Lite e um  (16) abrigo Anorak Storm da Trilhas &Rumos.
E finalmente, ela, a estrela do post: uma (17) mochila Targus TCG650 já bem surrada pelo tempo, mas firme e forte, presente de um amigo professor da UFAC. Tudo dentro, vou de Brasília à fronteira com o Peru. Pronto pra tudo.
Promoção na promoção: mando um conjunto de DVD sobre a Serra do Divisor pro primeiro que indicar aonde está o pin botton do Instituto Chico Mendes, que utilizo nas reuniões “a paisana”.

terça-feira, 17 de março de 2009

WALL-e


Impressionante como pequenas coisas conseguem mexer substancialmente com a gente...
Acabamos (Sandra, Ana Clara, Carolina e eu) de assistir WALL-e, o filme de animação da Pixar, recém baixado da Internet pelo nosso Dreamule turbinado.
O filme é um primor de história, um novo clássico desses tempos tecnológicos. Pra quem ainda não assistiu (ASSISTA!!!) e não faz a mínima idéia do que se trata, a história mostra um futuro apocalíptico, onde a quantidade de lixo na Terra forçou o homem a habitar o Espaço numa super espaçonave, batizada "Axioma". Enquanto isso, alguns poucos homens ficaram na "operação limpeza", recuperando a Terra para que o homem pudesse retornar. Quando o filme começa, 700 anos se passaram, e um robô solitário, nosso herói WALL-e, continua sua missão de empilhar o lixo da Terra, enquanto coleciona objetos exóticos. Sua companhia é uma barata, único sere a sobreviver no ambiente hostil, sujeito a tempestades de areia e solares.
Durante o expediente, WALL-e encontra uma plantinha, a coloca dentro de uma bota, e a leva para a sua coleção. Algum tempo depois, uma espaçonave automatizada deixa uma sonda, batizada EVE (EVA), que inspeciona a Terra em busca de vida. WALL-e é "fissurado" num antigo musical, que eu não sei qual é. Mas ele se sente muito sozinho, e a chegada da nova criatura, armada de potentes raios destruidores o coloca num dilema de fazer ou não contato. Ele perssegue a robô-sonda (ou robossonda? ainda não me acostumei) até que consegue estabelecer um contato pacífico. Deste contato resulta que WALL-e leva EVE ao seu "cafofo" e lá a plantinha é identificada, acionando a programação de EVE que entra em estado de hibernação, até que uma nave vem resgatá-la.
WALL-e agarra-se a nave atravessa a atmosfera terrestre (como ele suportou as altas temperaturas? êta robozinho danado!) e vai parar na Axioma, onde a Humanidade, ao longo de 700 anos de sedentarismo, de uma vida orientada por robôs, desnaturou completamente o viver em sociedade.
A chegada da plantinha aciona o programa de regresso à Terra, uma vez que a vida voltou ao nosso amado planeta. Mas, a diretriz A113 orienta os robôs, que controlam a nave, a não regressarem nunca, pois os últimos humanos a habitarem a Terra julgaram que a vida jamais voltaria a se manifestar no planeta.
Daí é que a coisa explode... Mas não vou adiantar o restante, é preciso ver pra crer.

O contexto do filme me faz pensar para aonde a tecnologia será capaz de nos levar...
O filme é super atual, falando de lixo e tecnologia, de como ela afeta a nossa vida. Pega o nosso presente e o extrapola 700 anos. Um primor de sensibilidade, simples (uma vez que os protagonistas são robôs como nós os entendemos, não caberiam diálogos elaborado) e apaixonante. Para crianças de 8 meses a 800 anos.
Me fez lembrar de um repente que recebi do Vitor dia desses: "O planeta movido a Internet, é escravo da tecnologia..." (preciso de um podcast, alguém recomenda um site?).
Eu, Engenheiro de Computação, blogueiro compulsivo (e relapso ;^), que estou elaborando um projeto para ensinarmos a população do vale do Juruá a inserir-se na Grande Rede, fico pensando: "Pra quê? Por quê?" "Será que não tem coisa mais interessante pra gente se preocupar?" Paradoxal, né? Pois é, a Floresta, a criança dentro de mim, o idealista que insiste em permanecer vivo, têm essa capacidade sobre mim...
Vontade de deixar esse mundo tecnologico e meter a mão na terra, mas parece que falta coragem, ou jeito. Venho me lembrando de um livro que li a muito tempo atrás, "O menino do dedo verde". Lembrei também do Mário e do Rodrigo, que sabiamente me batizaram de "filósofo" por advogar em prol do Linux e usar MS Windows. Ainda hoje estou amarrado no sistema das infames janelinhas, a começar por aquela azul...
Serão os meus obsessores, ou os chips implantados pelos reptilianos?