
O elemento principal é (1) um
Acer Aspire AS1410, 2GB RAM e 250G HD. Tela de 11.6”, processador Intel Celeron, dá conta de planilhas,banco de dados, tem um software de SIG
(Sistema de Informações Georreferenciadas) instalado e permite a exibição de vídeos em tela cheia; que são armazenados, junto com o backup dos arquivos do escritório no (2)
HD externo de 250GB com
case X-Craft da
CoolerMaster, devidamente adesivado (adesivos fluorescentes ;^) para não errar o encaixe do cabo, e acondicionado num estojo “adotado” de um roteador
D-Link DWL-G730AP (que ainda não “ganhou a mata”: fica no
homeoffice), e que permite o acondicionamento adicional de um
hub USB 4 portas. O conjunto se completa com (3) um
dvd externo GP08NU20 da LG, e alguns discos virgens envelopados pra distribuir material pro povo da floresta, nessas paragens onde “
Luz para Todos”ou gerador é uma realidade para grande parte dos moradores; e (4) um par de
caixas de som SPA5200 USB da Philips. Adicionamos (5) um conjunto de
cabos USB, carregadores e adaptadores de energia; além de (6a)
uma longa extensão (ainda não achei uma de 3 pinos) pra poder deixar os equipamentos o mais longe do gerador possíve l, ganhar grande mobilidade e amplitude; e (6b) alguns outros adaptadores:
bluetooth,
card reader e
áudio RCA (caso apareça uma caixa amplificada).
Uma (7)
série de livros sobre biodiversidade e povos e comunidades tradicionias não pode faltar, praquelas horas de estudo na rede ou durante os longos deslocamentos no fundo de uma canoa , além da
agenda (presente da
ONG parceira),
bloco de notas (com o adesivo do meu candidato ;^),
lapiseira, caneta e marcador de texto, além de um
apontador retrátil/laser. Ah, uma
micro-lanterna Maglite, que funciona com uma pilha AAA recarregável que dura muuito tempo, acessório de um kit de sobrevivência
Victorinox que não costumo utilizar.
Registrar eventos em áudio e vídeo é uma norma pessoal, então não pode faltar o (8)
Dell AXIM x50v, com várias
baterias sobressalentes, instalado software pra gravação em mp3 NoteM; além da
Canon PowerShot A620, com a qual eu fiz este registro fotográfico. Um Cartão SD de 2GB em cada um garante o armazenamento de muitas fotos e vários vídeos. Com o (9)
Nokia 5610 XpressMusic me comunico na cidade e ouço música na floresta, além de jogar
City Bloxx e Sims 3. Em casos extremos, vira câmera de foto e vídeo e gravador de áudio. Com a promoção
Vivo On e o pacote
Vivo Twitando, acesso as redes sociais e recebo e envio emails. Pena o alcance da operadora ser tão restrito, a Oi já chegou nos municípios mais isolados, mas por aqui todo mundo é Vivo.
Fones de ouvido bluetooth pra conectar com o netbook ou celular, além dos
fones tradicionais com prendedores nas orelhas, pra garantir hi-fi mesmo ao som de um motor de rabeta ou voadeira.
Todo o trabalho é lançado no SIG ou no
Google Earth, onde gero mapas descritivos das atividades realizadas, então o (10)
GPS é o fiel companheiro, e acabamos de receber uns modelos
GPSmap 76CSx da Garmin, colorido, com cartão microSD e uma recepção excelente, registrando as coordenadas até debaixo de mata fechada. Esses brinquedinhos exigem algumas (11) boas
pilhas recarregáveis, e um
carregador eficiente, com tecla de refresh (descarrega totalmente antes de fazer a recarga).
Na hora do lanche (12) saches com mel, amendoim gigante do Quinari, castanha “do pará” (da amazônia) e uma cocada caseira produzida por uma senhora que passa vendendo semanalmente no escritório. Como bom gaúcho, incremento a carga com a (13) mateira do chimarrão.
Com toda essa parafernália eletrônica e sujeito às chuvas torrenciais da Amazônia, levo sempre um ou mais (14)
sacos plásticos, (15)
toalha super-absorvente Dry Lite e um (16)
abrigo Anorak Storm da Trilhas &Rumos.
E finalmente, ela, a estrela do post: uma (17)
mochila Targus TCG650 já bem surrada pelo tempo, mas firme e forte, presente de um amigo professor da
UFAC. Tudo dentro, vou de Brasília à fronteira com o Peru. Pronto pra tudo.
Promoção na promoção: mando um conjunto de DVD sobre a Serra do Divisor pro primeiro que indicar aonde está o pin botton do Instituto Chico Mendes, que utilizo nas reuniões “a paisana”.